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Morte é a cessação de todas as funções da vida de um ser vivo. Em termos simples, é o oposto da vida ou fim da sua existência. Uma pessoa cujo coração e pulmões parem de funcionar está em morte clínica, mas pode ainda não ter ocorrido a morte somática ou morte sistémica. Células individuais do corpo continuam existir apenas por vários minutos. Com a ressurreição cárdiopulmonar (RCP), o coração e pulmões poderá recomeçar a funcionar e continuar a levar às células o oxigénio. Poderá recuperar a existência consciente e sua identidade.

Nas experiências de quase-morte, a pessoa está em morte clínica, não chega a morrer de fato. Depois de 3 minutos, as células do encéfalo — as mais sensíveis à falta de oxigénio — principiam a morrer. Isso poderá originar lesões cerebrais irreversíveis. Poderá ficar além da possibilidade de ressurreição cárdiopulmonar. Gradualmente, as demais células do corpo irão morrer. Fica evidente a importância do sistema respiratório e circulatório na manutenção da vida [ hebr. rúahh hhaiyím ]. Existem diversas teorias propostas para explicar os relatos das experiências de quase-morte.

Não é a morte clínica, mas a cessação da vida nas células do corpo que constitui o conceito comum de morte. Diz-se morte cerebral quando a pessoa está definitivamente além da possibilidade de recuperar a existência consciente. A sua verificação obedece a um conjunto de critérios clínicos muito rigorosos consagrados em Lei. É somente após a verificação dos critérios, que o médico assistente (ou uma junta médica) pode declarar a morte oficial.

Na Bíblia, a primeira referência à morte humana ocorre em Génesis 2:16-17. Sua origem resultou da rebelião dos primeiros humanos contra a soberania de Deus. (Génesis 3:19) Embora sendo mortais, segundo a Bíblia, eles tinham a prespetiva de vida infindável. Todas as consequências do pecado de Adão foram transmitidas hereditariamente a todos os seus descendentes. (Romanos 5:12; 6:23) A longevidade média da vida humana começou a decrescer gradualmente. (Salmos 90:10) Já a morte dos animais era um processo natural que já vigorava.

Muitas religiões (cristãs, não cristãs e espiritualistas) crêem na imortalidade da alma e na reencarnação da alma. Em vez da crença na ressurreição do corpo, acredita-se na ressurreição da alma. A morte humana é encarada como uma mudança de corpo, a desencarnação da Alma, libertação do nosso Espírito encarnado.

Segundo a Bíblia, a morte humana não é uma condição espiritual ou uma mudança de corpo. Os conceitos bíblicos de Alma e Espírito são bem coisas distintas. O Antigo Testamento diz que os mortos "não estão cônscios de absolutamente nada". É um estado de inexistência, de completa inatividade. No Antigo Testamento, os mortos vão para um lugar chamado em hebr. Sheol [ em gr. Hades ]. (Eclesiastas 9:5, 10; Salmos 146:4) As entidades do Mundo Espiritual [ vulgo "os Espíritos" ] não são almas de humanos falecidos. Tampouco os seres humanos têm uma existência pré-humana.

Tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento, a morte é comparada ao sono por causa da esperança da ressurreição. (João 11:11-14) Quem morre imerecedor de ser ressuscitado é figurativamente lançado na Geena, antigo incinerador da antiga cidade de Jerusalém. O uso figurativo da morte é usado ainda para representar uma mudança de estado ou condição.

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